Sumários

Geometria Algébrica- 2ºSemestre de 2004-2005





Aulas: 3ªfeira - 14h30m-16h
            5ªª feira-  14h00m- 15h30m



Aulas
Sumário
 1/03

Álgebra(revisões): aneis comutativos com identidade, ideais. Aneis de polinómios a uma variável com coeficientes num anel. Aneis de polinómios a n variáveis. Dominios de factorização única. Dominios de ideais principais. Ideal gerado por um subconjunto de um anel.  Aneis noetherianos (todo o ideal é finitamente gerado). Condições equivalentes.
Propriedades dos aneis de polinómios:
Se R é dominio de factorização única, então R[T] é dominio de factorização única.
Se R é noetheriano, então R[T] é noetheriano (Teorema da base de Hilbert).
Consequências: Se K é um corpo,  o anel de polinómios K[T_1,...,T_n] é um anel noetheriano e é um dominio de factorização única.

Geometria: noção de espaço afim associado a um espaço vectorial V sobre um corpo K. Subespaços afins. Referenciais. Estrutura canónica de K^n como espaço afim. Referencial  standard em K^n.

 Subvariedades afins de K^n. Definição e exemplos.
 
  3/03
  Ideal I( T) de um subconjunto  T de K^n. Propriedades da correspondência  entre ideais e subvariedades.
  Propriedades de uniões e intersecções de subvariedades afins.
 Topologia de Zariski.
 Subvariedades irredutíveis. Uma subvariedade V é irredutível se e só se I(V) é um ideal primo.
Nullstellensatz(sem demonstração): várias formulações e consequências.

8/03
K-algebras. Definição e algumas propriedades.  K-algebras finitamente geradas. Morfismos de K-algebras.
Anel de coordenadas A(V) de uma subvariedade afim.
Funções regulares em subvariedades afins. Propriedades: o anel das funções regulares  em V é isomorfo  a A(V), se K é infinito.
Aplicações regulares entre subvariedades afins. Definição e exemplos. Isomorfismos de subvariedades afins.
Correspondência entre aplicações regulares f entre subvariedades afins V e W e morfismos f*de K-algebras de A(W) para A(V).
10/3
Propriedades da correspondencia entre aplicações regulares f entre subvariedades afins V e W e morfismos f*de K-algebras de A(W) para A(V):
f é um isomorfismo de variedades se e só se f* é um isomorfismo de k-algebras; f é dominante se e só se f* é injectivo;  f(V) é uma subvariedade afim e f induz um isomorfismo entre V e f(V) se e só se f* é sobrejectivo.

Espaço projectivo associado a um espaço vectorial. Subespaços projectivos. Dimensões. Rectas, planos e hiperplanos. Intersecção de dois hiperplanos e intersecção de uma recta e um hiperplano. Coordenadas homogéneas de um ponto. Subespaço projectivo gerado por um subconjunto. Pontos independentes. Pontos em posição geral.
Decomposição do espaço projectivo P como união disjunta de um espaço afim de dimensão n e de um espaço projectivo de dimensão n-1.

15/03
Decomposição do espaço projectivo de dimensão n como união de n+1 espaços afins de dimensão n.
Polinómios homogéneos, ideais homógeneos.
Definição de subvariedades projectivas. Topologia de Zariski em P^n.
Homogeneização e desomogeneização de polinómios.
Relação entre subvariedades afins e subvariedades projectivas.

17/03
Exemplos: classificação de cónicas em espacos afins e projectivos; cubica racional normal em P^3.
Nullstellensatz projectivo.
Variedades quase-projectivas.
22/03
Subvariedades afins consideradas como variedades quase-projectivas. Coordenadas homogéneas e não homogéneas.
Funções regulares numa variedade quase-projectiva. Definição e exemplos. Anel das funções regulares numa variedade quase-projectiva.
Teorema: Uma função regular numa subvariedade afim de K é definida globalmente por um polinómio.

31/03
Aplicações regulares entre variedades quase-projectivas. Expressões locais de aplicações regulares.
Funções racionais em variedades quase-projectivas.  Corpo das funções racionais de uma variedade quase-projectiva irredutivel.
Aplicações racionais entrre variedades quase-projectivas.


5/04
Produtos de variedades. Relação com polinómios bihomogéneos.
Critério para uma aplicação entre uma variedade quase-projectiva e um produto de variedades ser regular.
Funções racionais e  aplicações racionais revisitadas.

7/04
Correspondência entre aplicações racionais dominantes de variedades irredutiveis  e morfismos (extensões  de corpos) dos corpos de funções das variedades.
Aplicações birracionais.
Gráficos de aplicações regulares.  Propriedades.

12/04
Imagem de uma aplicação regular.
Teorema (sem demonstração): Se Y é uma variedade projectiva e X uma variedade quase-projectiva a projecção  XxY em Y é fechada.
Corolários.

Espaço projectivo dual.

19/04
 Anel local num ponto  P (=anel dos germes de funções regulares em P) de uma variedade quase-projectiva.

 Dimensão de variedades (seguindo  a abordagem de Miles Reid- Undergraduate Algebraic Geometry).
Espaço tangente a uma hipersuperficie  afim irredutivel num ponto; pontos não-singulares de uma hipersuperficie.
Espaço tangente a uma subvariedade afim irredutivel  V num ponto; pontos não-singulares  e definição de dimensão de V como a dimensão do espaço tangente num ponto não-singular.
 Isomorfismo natural de espaços vectoriais  entre o dual de T_P V e  m/m² onde m é  o ideal maximal de  P em k[V].

21/04
 Dimensão de uma variedade quase-projectiva (seguindo  a abordagem de Miles Reid- Undergraduate Algebraic Geometry).

Revisões sobre extensões de corpos. Teorema de normalização de Noether e teorema do elemento primitivo (sem demonstração).
21/04
Aula extraordinária de compensação da aula de 14/04 que não se realizou

Teorema:Toda a variedade quase-projectiva irredutivel é birracionalmente equivalente a uma hipersuperficie de algum espaço afim.
Corolário: A dimensão de uma variedade quase-projectiva irredutível V é o grau de transcêndencia  do seu corpo de funções racionais  K(V) sobre K.

Outras caracterizações de dimensão: dimensão de um espaço topológico.
26/04
Continuação do estudo da dimensão. Outras caracterizações de dimensão.
Aplicação tangente.
Espaço tangente projectivo.

Exemplos de singularidades.
28/04
Blow-up de uma variedade num ponto. Exemplos.
3/05
Dimensão das componentes de uma intersecção de  variedades  irredutiveis no espaço afim e no espaço projectivo.

Fibrados algébricos em rectas (line bundles).  Definição. Seccões globais.  Exemplos: o fibrado trivial, o fibrado tautológico em P^n.
Operações com fibrados em rectas: dual, produto tensorial.

Grupo de Picard de uma variedade.

5/05
Exemplos de fibrados em rectas.
Prefeixes e feixes. Definição e exemplos.
Morfismos de feixes.
10/05
Mais exemplos de feixes.
Prefeixes nucleo, imagem e conucleo de um morfismo de feixes.
Feixe associado a um prefeixe.
12/05
Subfeixes.
Feixes nucleo, imagem e conucleo de um morfismo de feixes.
Feixes quocientes.
Sucessoes exactas de feixes.
"Stalk" de um feixe num ponto.

Imagem directa e imagem inversa de um feixe  para uma aplicação contínua de espaços topológicos.

O esquema afim Spec(A) para um anel A.
17/05
Espaços anelados e localmente anelados.
Morfismos de espaços anelados.
Esquemas afins e esquemas.
Feixes de módulos e feixes localmente livres.
Menção de cohomologia de feixes.
24/05
Aula extraordinária de substituição da aula de 19/05
Variedades não-singulares sobre os números complexos. Noções equivalentes: divisores de Weil, Cartier e feixes de módulos localmente livres de caracteristica 1. Equivalência linear.

24/05
O grupo de Picard de P^n, de A^n e de P^nxP^m.
Aplicações racionais para P^n definidas por seccões globais de feixes (ou divisores  efectivos).

Divisores em curvas não-singulares projectivas. Grau de um divisor.
Propriedade: Dois pontos de uma curva não-singular projectiva  C são linearmente equivalentes se e só se C é isomorfa a P^1.
31/05
Variedades não-singulares: fibrado cotangente e fibrado canónico.  Género geométrico de uma variedade.
Menção da dualidade de Poincaré para feixes.

Fibrados em rectas amplos e muito amplos. Condições em termos de secções globais para a aplicação associada  às secções globais de um fibrado ser um isomorfismo.

Caso das curvas projectivas não-singulares. Fibrado canónico, dualidade. Teorema de Riemman-Roch (sem demonstração).
2/06
Continuação do estudo de curvas projectivas não-singulares
Condições  em termos do grau e do genus para um fibrado  ser muito amplo ou gerado por secções globais.
Grau de um aplicação regular entre curvas.
Curvas hiperelipticas.
7/06
Imagem de uma curva hipereliptica pela sua aplicação canónica.

Divisores de grau 3 em curvas de genus 1.    As secções  dos fibrados O(nP)  sendo P um ponto.  Realizaçao das curvas de genus 1 como cúbicas em P^2.

7/06
Aula extraordinária substituindo (antecipadamente) a aula de 9/06
Digressão sobre cúbicas planas não-singulares: lei de grupo.

Fibrados canónicos dos espaços projectivos.
Fórmula de adjunção para subvariedades não singulares  de codimensão 1 de variedades não-singulares.
Aplicação às curvas planas não-singulares.